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 Auditório

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Data de inscrição : 22/11/2017

MensagemAssunto: Auditório    Dom Dez 10, 2017 7:09 pm

A maior sala do instituto. Tem um grande palco em seu centro, rodeado por muitas e muitas cadeiras. Equipado com um ótimo sistema de som. Existem duas portas de saída.

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Jessé Medina Braga

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 7:29 pm

Os alunos iam entrando, acompanhados por dois professores: Alison e Wagner. Eles indicavam quais eram os setores de cadeiras para cada curso específico. Assim que todos sentaram, eles iam até o fim do auditório, onde havia um pequeno palco com uma mesa preenchida de cadeiras ao fundo, viradas para a plateia.

Lá, os outros professores e a diretora, estavam se sentando, arrumando a mesa.

Segundos depois de todos os alunos se arrumarem nas cadeiras, um homem de estatura mediana vestindo um robe que cintilava estrelas e uma máscara com uma aparência semelhante à uma coruja, andava em direção até um palanquim. Lá ele arrumava o microfone, já ligado, gerando um pouco de ruído.

— Bem vindos, novos alunos do Instituto Federal de Heróis. Para quem não me conhece, sou o prefeito da ilha, Jessé Medina. Ao meu lado, na mesa, estão os professores e a diretora, Alicia Rosa. Nós, no instituto temos esta tradição, de um evento de abertura. Ele consiste em um pequeno discurso de nossa diretora, algumas perguntas à qualquer funcionário e uma apresentação do instituto inteiro. Espero que aproveitem. Obrigado pela atenção — e então, estranhamente, ele saiu do lugar.
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Alicia Rosa Dal Ponte

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Data de inscrição : 10/12/2017

MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 8:29 pm

A mulher sentava-se em uma das cadeiras designadas ao corpo docente, preparando-se mentalmente, mas, em poucos segundos, já havia sido chamada. Suspirou, colocando o ar para fora de uma maneira alta, e se dirigiu até o palanquim. 

Ajeitou-se em posição, encarando a todos os alunos e professores ali presentes. Um leve ar de nervosismo atingiu a todos.
 Nosso ano letivo está começando e, assim como nosso querido prefeito, eu gostaria de desejá-los boas-vindas ao Instituto Federal de Heróis. A educação de um país é um passo básico para a melhoria das condições de vida de uma população e, aqui no Instituto, nós iremos não só cobrir as metas de ensino básico assim como orientá-los ao manuseio de suas quirks com objetivo de melhorar ainda mais tais condições.— Ela sorriu, aproveitando para coçar a garganta e notando que havia esquecido os papeis do discurso ao lado de sua cadeira. — ...Não tenho dúvidas de que o ano será muito produtivo, pois temos uma ótima e muito organizada equipe de professores e mestres, que irão ajudar em toda a preparação acadêmica e profissional de vocês. Gostaria de tirar esse momento para pedir uma salva de palmas para os professores e pelo trabalho excelente que vêm exercendo durante os anos! 

Começou com as palmas, aproveitando para lembrar sobre o que mais falaria, em vão. Esperou a conclusão dos aplausos e seguiu no improviso.
 Entretanto, o papel mais importante do ano está com vocês, estudantes, — Ela abriu os braços, apontando para todos em um geral. A ansiedade sentida por toda a sala começou a piorar. —que descobrirão que deverão se dedicar ainda mais aos estudos, pois vocês estarão se ajudando para que assim possam ajudar os outros. Cada um de vocês, da sua maneira, precisará ajudar tanto aos outros quanto a si mesmo e tenho certeza de que todos aqui são capazes disso. Vamos, agora, receber calorosamente todo os professores, que irão se apresentar e em seguida teremos um espaço para que possam fazer perguntas. — Deu um passo para trás, voltando para sua cadeira. O nervosismo dissipava-se, tornando-se mais ameno. — Bom, eu posso começar. Meu nome é Alicia Rosa, sou a diretora do colégio e estou aqui para ajudá-los com qualquer problema que encontrarem. Desejo um ótimo ano letivo e um muito bom proveito a todos. 

Ajeitou-se na cadeira de maneira confortável, agora olhando para o resto dos colegas.
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vigilantes da floresta

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 10:00 pm

Assim que a diretora terminava de fazer seus votos, do meio das cadeiras uma figura alta e masculina vinha andando com um sorriso largo no rosto. Sua voz vinha ecoando alto quando ele finalmente olhou para cima.

Hey! Hey! Hey!


- Como vocês começam uma reunião do corpo docente, sem nem ao menos chamarem aqueles que os guiará no futuro próximo? - Subiu no palanque, colocando suas mão destra sobre o chão de madeira e como que num grande esforço se puxou para cima. Chamou a atenção de todos para si, com o polegar curvado para seu próprio peito enquanto o braço direito, inteiramente esticado até as pontas dos dedos apontavam para os professores, ele começou a se pronunciar. Eu sou Giovanni! O Diretor da universidade, qualquer um de vocês que não conseguir terminar isso aqui, jamais conseguirá se tornar tão grande quanto os professores, que EU, tão graciosamente cedi à vocês. Esse ano não teremos nenhuma atividade de curso superior, pois estamos reformando o prédio principal por isso sintam-se livres para passarem por lá à qualquer hora e nunca se esqueçam. - Puxou o microfone, apontando com o indicador para cada um deles e deixando um grande sorriso escapar de seus lábios. - Volantis... HEROES! -  Com isso ele passou o microfone para a pessoa a sua direita, claro que era a sua braço direito,
a jogando para fora da cadeira com um puxão em seus braço.



ALANA


- HÃÃÃÃÃ!!!? - A surpresa foi tanta ao pegar o microfone que quando foi arremessada para fora da sua cadeira, ela não conseguiu se recuperar. O medo era visível na face da garota enquanto a queda parecia seu único destino, abraçando o corpo ela deu um grito gigantesco e agudo. -AAAAAAA!!! BAPHOMET!!!! - Antes mesmo de cair uma criatura com cabeça de bode a segurava no colo, num movimento tão rápido que era quase imperceptível.

Deitada no colo da criatura a ruiva sorria, sentindo o seu coração super-acelerar quase que numa arritmia. - F...f... filho... filho da... - Ofegante e com a mão ainda sobre o peito, ela somente podia ouvir a risada dos demais professores, que tentavam esconder seus rostos virando para o lado. Rapidamente ficou rubra e começou a falar rápido. - Meunomeéalanaeeusouprofessoradefísicatchau! - Graças ao que havia acabado de proceder era óbvio que ela estava no mínimo com vergonha e ainda mais quando ela passou o microfone para o outro de cabeça baixo e escondida no seu mordomo. Lágrimas se formavam, mas ninguém seria capaz de ver.




Willian


Vendo a sua colega ser puxada e toda a situação cômica que isso gerou, ele não pode deixar de se levantar gargalhando.

Pegou o microfone e se levantou, meio que cambaleando. Assim que se aproximou da plateia, aqueles mais próximos iriam sentir o cheiro de bebida emanando dele. - Pra aqueles que não entenderam, somos professores universitários fazendo uma pontinha aqui. Ela dá aula de física e eu de Educação física, Alana é meio tímida e é isso! Odeio coisa longa, meu nome é Willian e... e... é! É só isso mesmo! - Ele voltou para cadeira e então se sentou entregando o microfone para o próximo. Se inclinou um pouco para frente e bebeu uma bebida que ninguém sabia o que era.




Allan


-Olá! Meu nome é Allan Walker, muitos me chamam de santo andarilho, eu dou aula de Sociologia espero poder me dar bem com todos... desculpem-nos pelos problemas que causamos e lembrem-se. - Fechou os olhos sorrindo. -Tudo ficará bem. - Voltou ao seu assento e então o próximo pegou o microfone.




Allison


Com uma certa pressa ele rapidamente se levantou num salto, fogo subia de trás dele em forma de corações e estrelas como se ele precisasse de uma entra triunfal, esticou ambos os pulsos para cima, deixando que as mãos caíssem para os lados, como se abrisse uma janela invisível, deu uma piscadela e mandou um beijinho soprado ao mesmo tempo empurrando para todos os alunos presentes.

Eu sou Allison! Prazer em conhece-los a todos! - Falava gritando segurando o microfone com as duas mãos, mas ao mesmo tempo em que ele gritava alto sua voz ainda era sinteticamente feminilizada de forma que era claro que ele tentava alcançar o timbre de uma mulher. - Eu sou professor de Filosofia! E espero poder me dar bem com todos vocês... e nunca se esqueçam, vocês podem ser aquilo que vocês quiserem, tanto homem quanto mulher... ISSO QUE SIGNIFICA "VOAR"! - Terminou ele dando um tchauzinho e voltando ao seu banco. Soltando uma voz rouca e masculina para pedir um gole da bebida de Willian.

Lucas


Mais um deles se levantava, agora um homem de pele mais clara que o anterior mais ainda escura. Ele encarava seus aliados e todos os alunos. - Somos os Vigilantes da Noite, já devem ter ouvido falar de nós... mesmo que apenas brevemente, seremos seus professores eu dou aula de história e meu nome é Lucas. Qualquer dúvida estarei feliz em responder. - Disse ele voltando ao seu assento, sua expressão era séria e sem nenhum riso, nem parecia que ele havia sido um dos que riram da sua companheira de equipe.

Bruno


Pegou o microfone de forma tímida. - Meu nome é Bruno, sou descendente de asiáticos - precisamente japoneses. Não gosto de estar em lugares secos e é isso. Darei aula de química para vocês, como meu colega falou. Nós somos os vigilantes da floresta, uma organização que serve para proteger a fauna e flora do nosso país e as vezes aceitamos missões internacionais. Mesmo que sejamos professores nossas vidas são ocupadas então... - Sua aparência inteira se tornou aterrorizante, as partes de água-viva do seu corpo saltaram para fora e a pressão do ar caiu deixando o clima mais frio. - nãos nos façam perder tempo, ensinando alunos que não querem aprender, okay? - Finalizou, na última palavra, com um sorriso normal.

José


- Bom parece que eu sou o último dos membros fundadores a se pronunciar... sigh! - Se levantou e puxo o microfone do Bruno para o lado que ainda ficava ali parado a frente, sem se importar muito com a mensagem que ele ainda queria passar. Sou josé, professor de Biologia, especializado em botânica, só isso. - Disse ele voltando ao seu lugar, só havia puxado o microfone para poder falar isso.


Bruno



- Arh! - Cerrou os dentes e voltou junto do colega. - Você acabou com o meu momento ali! - Falava ele revoltado.

José


- Mas ninguém quer ficar ouvindo um tagarela que só sabe ameaçar os outros, sabia? Então vamos terminar logo com isso, quero voltar para as minhas tulipas e... - Botou a mão na cabeça e começou a roer as unhas.

Bruno


Notando o comportamento estranho do zézinho, ele simplesmente colocou as mãos nas suas costas e olhando para cima perguntou: "Que foi, zé?" com um ar extremamente indelicado.

- "Esqueci de alimentar o cachorro do diretor... e de regar meus girassóis " após ouvir essas palavras perdeu toda a vontade de brigar e começou a rir baixo, enquanto passava o microfone para o próximo, um dos noobs que haviam acabado de chegar.




Ronaldo


Ao pegar o microfone saltou num pulo colocando as mãos para o lado do corpo em posição de sentido.
Meu nome é ronaldo, sou professor de matemática, adoro armas e não gosto de lugares quietos. Façam bastante barulho nas minhas aulas, por favor! - Era nítido o suor que escorria do seu rosto, quando ele passou o microfone para o lado e deixou soltar um suspiro.


José


- Er... Ronaldo, você passou o microfone para o lado errado. - Disse devolvendo o microfone para garoto.


Ronaldo


Ao pegar o microfone saltou num pulo colocando as mãos para o lado do corpo em posição de sentido.
Hã!? AAAA!! Desculpa desculpa desculpa! - Entregou para o outro homem que estava, agora, do lado certo.



Rubens

Pegou o microfone, ainda sentado, e de dentro do paletó tirou sua carteira e mostrou uma foto da sua filha.

Olhem como a minha filha é linda... mas se vocês tocarem nela vocês morrem!


Ronaldo


Er... rubens? - Cochichou. - Eles são apenas crianças, sua filha é apenas criança, isso nunca aconteceria... deveria ser mais gentil com eles, não? Acho que você deveria pelo menos se apresentar. - Disse ele tentando botar algum juizo na cabeça do outro.

Rubens

Ouviu os cochichos daquele que estava perto de si e concordando com a cabeça começou a fazer uma face "nossa agora eu entendi, agora tudo faz sentido" e então retomou a fala.

Meu nome é Rubens, professor de línguas estrangeiras... essa é a minha filha Emília, se vocês tocarem nela vocês vão dormir pra sempre. - Disse ele sorrindo e então voltando a sua atenção para o outro cochichando. - Sutil o bastante? Eu pelo menos me apresentei não?

O albino simplesmente desistiu de continuar tentando conversar com aquele homem.

Esse que passava o microfone para aquele que estava do seu lado, um loiro que parecia estar morrendo de sono e tomando uma garrafa inteira de cafeína misturada com taurina para tentar se manter acordado.


Alessandro


- Meu nome é Alessandro, sou professor de Artes e eu tenho tremedeira, sono e anemia! Vamos todos ser amigos! - Dizia ele levantando a mão.


Com todas as apresentações terem sido feitas do lado dos professores universitários, não havia mais nada que eles pudessem falar. O loiro então entregou o microfone para o corpo docente nativo do instituto, começando pela enfermeira.

- Aqui dona médica... espero que possamos nos dar bem também... - Entregou o microfone e então se sentou no seu lugar, batalhando contra o sono.
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Eloá Simões Ribeiro

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 10:31 pm

Recebeu o microfone, sorrindo de maneira fria, logo mais puxando o ar.

Meu nome é Eloá, eu serei a enfermeira de vocês. Vou deixando avisado que a enfermaria é raramente usada, vocês podem me encontrar na estufa ao lado do prédio do Instituto. Irei vê-los recorrentemente ao longo do ano, tenho certeza. — o sorriso logo se desfez, agora encarando-os de uma maneira séria. — Apesar disso, realmente espero que não tenham que passar pelos meus cuidados constantemente. Obrigada.

Passou o microfone para o lado e ajeitou-se na cadeira, de maneira mais confortável, logo apoiando o cotovelo na mesa e a cabeça na mão.
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Catarina Elisa dos Santos

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 10:48 pm

Catarina, antes mesmo de pegar o microfone, mandava uma onda de vento tão gelado que congelaria a primeira peça de roupa que encontrasse, no caso, as calças de Giovanni.
Ele saberia quem havia feito, por isto, ela não falou nada, apenas quando recebeu o microfone.

— Olá, meus alunos — sua voz era doce, mas alta, chegando perto do timbre do mais feminino dos homens — Eu sou Catarina Elisa, darei aula para todos os cursos sobre controle de particularidade! — para terminar, falou, com um sorriso — Espero que me escolham como representante — e piscou.

Enfim, passou o microfone para o seu lado.
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Wagner Meirelles da Costa

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 10:56 pm

Ele pegou o microfone e disse, alegremente:

— Olá, minhas crianças! — sua excitação parecida forçada em certo momento — Me chamo Wagner Meirelles! — ele, diferente de Catarina, se levantou, lembrando da falta de educação. Mandou um olhar de reprovação para ela – do qual ela devolveu com uma linguinha de fora.

— Serei o professor do curso de heróis na matéria de salvamento. Para os de suporte e de administração darei matérias relacionada à Economia. Verei todos por bastante temp- quer dizer... Espero que apenas três anos. Espero.

Ele dizia de uma maneira tão sincera que arrepiou todos os alunos de maneira especial.

— Brincadeiras a parte, ou não — falou[size=16] [size=13]ele, afastando um pouco o microfone de sua boca — Desejo um ótimo ano!
[/size][/size]


[size=16][size=13]Enfim, ele saiu da cadeira e foi atrás da cadeira do próximo. Ele puxou ela, mesmo que não precisasse, pois Jovane dava seu jeito, Wagner sempre se sentia com pena o bastante para puxá-lo por aí.
[/size][/size]
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Jovane Azevedo Giuriato

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Data de inscrição : 10/12/2017

MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 11:16 pm

Não era possível pros alunos ouvirem o que Jovane falava, mas podiam dedurar com facilidade por causa das reações de desespero. Jovane quase gritava "Não, Wagner, não precisa, para, Wagner, chega!".
Depois de ser empurrado até o lado da mesa, para poderem visualizar Jovane com precisão, o paraplégico desistiu e simplesmente pegou o microfone que Wagner, com um sorriso, entregava.


— E-então... — dizia ele, enquanto tentava recobrar a coragem de falar depois daquela humilhação que se repetia todos os anos — Meu... — arranhou a garganta pela última vez — nome é Jovane Azevedo. Darei aula pro curso de herói sobre batalhas; pro de suporte e administração darei sobre Análises e Estatística. Espero que tudo dê ce- —

E foi interrompido por um grito: "Papaiii!".

Uma criança com um vestido lilás, de uns 4 ou 5 anos saiu desesperada de baixo da mesa, segurando nas pernas imóveis do seu, aparentemente, pai.

Jovane entregou, rapida e desesperadamente ao Wagner. Então, seus cabelos se enrolaram na garota e a puxou ao seu colo. Ela abraçou seu pai, desesperadamente. Não era possível ouvir, mas era possível ver sua boca repetir "calma".

Wagner esticou o microfone até a boca de Jovane quando ele acalmou sua filha e ele continuou.

— Desculpem, esta é minha filha, ela participará das aulas também, espero que não mimem ela mais do que eu — e um sorriso incrivelmente fraternal cresceu em seu rosto.

Por fim, com o seu cabelo, voltou à mesa.
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Wagner Meirelles da Costa

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 11:18 pm

Antes de se sentar, Wagner entregou seu microfone à diretora, com uma reverência.
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Alicia Rosa Dal Ponte

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 11:26 pm

Levemente desviou o olhar de Giovanni assim que o viu entrando, em seguida colocando a mão sob testa e suspirando. Ouvia, atentamente, as apresentações de cada professor com um sorriso no rosto, que cresceu ainda mais ao ver Jovane e sua filhinha. 

Recebeu o microfone de volta, levantando-se e retribuindo a reverencia. De pé, comunicou:
Acredito que seja isso, espero que tenham tido uma boa primeira impressão de todos os professores. Estamos, agora, abertos para qualquer pergunta que queiram fazer. Apenas levantem a mão, levantem logo em seguida e façam sua pergunta. Peço para que, caso forem muitos, façam em uma ordem organizada, e sigam a ordem na qual as mãos foram levantadas. 


Sentou-se em seguida, esperando.
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Silver Maker

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 11:36 pm

Ouvia atentamente cada um daqueles profissionais e quais seria as funções que eles exerceriam para treinar os alunos daquela instituição. Por um breve momento pensou em levantar a mão para fazer uma pergunta que poderia fazer muitos dali darem risada, mas talvez por ser uma situação pessoal mesmo sentindo um nervosismo muito mais insano do que já estava acostumado diariamente. Com a coragem necessária, levantou a mão e logo começou a falar.

- . . . Eu sei que parece bobagem, mas eu não me sinto bem nos horários de almoço para sair da sala. Há algum problema eu almoçar na classe quando chegar o horário ? E sobre o ano letivo . . . O que necessariamente nós iremos abordar ? Eventos especiais terá algum ?
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Jessé Medina Braga

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 10, 2017 11:59 pm

De repente, enquanto o garoto perguntava, o prefeito voltou com seu robe brilhante e entregou à cada um dos professores um microfone.

Ele saiu sem falar nada.
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Catarina Elisa dos Santos

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 12:01 am

Ela agradeceu o diretor e se levantou para responder o garoto.

— Mas é claro, meu amor, pode lanchar onde quiser. Sobre os eventos, terão sim e eles são famosos pela ilha, geram bastantes entrevistas. Mas é difícil os primeiros anistas terem tanta aparição, não esperem tanto! — falou ela, balançando o dedinho como se quisesse dizer "seus levadinhos". Então, desligou o microfone e sentou.
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Ana Martins

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 12:08 am

Observou a todos os alunos com desdém, mas levantou a mão para fazer sua pergunta.

- Se nossa peculiaridade sair de controle e, tipo assim.... comer o material de alguém, existe alguma penalidade? - Perguntou, sem olhar para ninguém, focada em lixar suas unhas.
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Alicia Rosa Dal Ponte

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 12:16 am

Sorriu com a postura da garota, permanecendo sentada, ligando e aproximando o microfone da boca.

Não teria nenhuma penalidade, não. Só quer dizer que você tem muito mais dever de casa para fazer. E qualquer coisa, temos os professores aqui para ajudá-los a controlarem esse tipo de coisa. 

Desligou o microfone, largando-o sobre a mesa.
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Henrique

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 1:20 am

Estava não muito atrás do primeiro que perguntou, realmente, era uma pergunta justa, não gostaria de comer entre as pessoas daquela escola, não até encontrar novos amigos pelo menos. A garota duas cadeiras à direita perguntou algo também, talvez a peculiaridade costume sair do controle, fez uma anotação mental para não se envolver muito com aquela pessoa em questão. Não até conhecer sua peculiaridade pelo menos. Henrique nunca foi dos que fala muito, porém quando teve a chance de perguntar, levantou a mão direita e disse em um tom alto. — Eu gostaria de saber, se, bem... — Odiava falar em publico, na realidade, fora da sua stream, jamais conseguiu falar para tantas pessoas ao mesmo tempo.

Terá professor de Artes? Eu... Bem... É um gosto pessoal meu. — Agora que havia falado, gostaria de falar um pouco mais. — Eu gostaria apenas de comentar... Senhor Allan Walker, você é inspirado no santo azul da detective comics? O lanterna azul? — Riu meio sem graça com a pergunta enquanto voltava a se sentar, esperando a resposta que poderia vir logo em seguida.
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Marquinhos

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 12:59 pm

A ansiedade e o nervosismo que me eram transmitidos de alguma forma ficavam cada vez mais intensos à medida em que as pessoas começavam a perguntar. Antes que a seção de dúvidas acabasse, eu tinha de fazer a minha pergunta também.

Com um levantamento rápido da mão dominante, fiz uma careta enquanto pensava no que perguntar. Passou-se um tempo de raciocinação. Nunca tinha manifestado a minha presença em meio à multidões, ao menos, não daquela forma. —
Qual dos professores é o mais forte?! — Questionei com brilho nos olhos, como se as emoções anteriores tivessem desaparecido. Ainda com a mão levantada, tomei uma postura um pouco mais séria. — E se, em uma situação completamente hipotética, a liga brasileira de vilões invadisse o nosso instituto... Teríamos alguma chance de revidar?
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vigilantes da floresta

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 6:33 pm

Assim que a diretora terminava de fazer seus votos, do meio das cadeiras uma figura alta e masculina vinha andando com um sorriso largo no rosto. Sua voz vinha ecoando alto quando ele finalmente olhou para cima.

Alessandro



Assim que ouviu as perguntas, ligou seu microfone. Impediu que o resto respondesse a pergunta sobre as aulas de artes colocando a mão na frente deles. Um sorriso se formou no seu rosto.

- Não sei se você prestou atenção, ou se simplesmente esqueceu... Mas eu sou professor de artes de vocês. Meu nome é Alessandro e acredite, a minha Quirk tem tudo haver com essa matéria apesar de vocês não poderem ver-la. HAHAHA! - Riu ele ainda com o microfone na mão limpando uma lágrima que escorria dos seus olhos, para ele aquela piada tinha sido engraçada. - Aliás, mais alguém ai está sentindo sono? - Perguntou bocejando em seguida.

Fechou lentamente os olhos, piscando tão vagarosamente que parecia que iria dormir a qualquer momento. Aproveitando-se dessa brecha o próximo veio em seguida.

Allan


- Er... - Disse ele olhando para cima com a mão no queixo. - Acho que ele quem foi baseado em mim, afinal eu não preciso de uma bateria ou anel para reproduzir meus poderes. - Abriu a palma fazendo diversos construtos de um azul celeste pintarem o ar, não somente isso mudando lentamente o comprimento das ondas foto-psiônicas para gerar diversas variações de azul, verde, roxo que deram a sensação de auroras boreais que foram em direção aos seus alunos.

Mas devo admitir que existe certa semelhança entre a gente, hehe - Riu de forma breve enquanto continuava a criar imagens reais, construtos físicos, na manipulação da luz.

Enquanto se divertia, a pergunta do jovem marquinhos veio ao ouvidos de todos e eis que um bêbado com voz alta e pesada se levantou, derrubando a cadeira.

Willian

- Hey garotinho! - Disse a voz imponente. - Não existe isso de mais forte e sim de quem é o seu Match up, se ele for bom pra você, então nesse momento você será o mais forte... se ele não for, então você será o mais fraco. Sua pergunta deveria ser: Quem é o mais macho! E nesse caso é claro que sou eu! - Apontou para si mesmo com o polegar gargalhando no alto do palco.

Foi nesse momento que ouviu a segunda pergunta e a unica coisa que saiu da sua boca foram uma risada ainda maior acompanhada de uma alegação ainda mais poderosa. -Se aparecer qualquer criminoso nessa ilha, é bom que ele tenha seguro médico. Porque nenhum de nós, jamais cairá para ele, INDEPENDENTE DE QUANTOS FOREM! E PROTEGEREMOS VOCÊS, EU JURO PELO MEU ORGULHO DE MACHO!
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Wagner Meirelles da Costa

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 7:35 pm

— O que ele quis dizer com isto, criança, qual o seu nome, aliás? E o curso, por favor — perguntou Wagner, que se levantou, assim que os berros do bêbado terminaram.
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Marquinhos

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 7:48 pm

Depois de ouvir as respostas provenientes do tiozão bêbado, não pude fazer nada além de sorrir. Respondi aquelas afirmações fazendo um joinha com a mão que se mantinha levantada. — É nois, tio! — Gritei.

Em seguida, um dos outros professores parecia querer terminar de explicar, talvez sobre os Match Ups que foram mencionados. Fiquei levemente nervoso, mas dava para esconder bem no momento.

Sou o Marcos Venezi, do curso de Heróis!!!
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Wagner Meirelles da Costa

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 7:55 pm

— Hm, curso de heróis, hã? Interessante. Bem, o que ele quis dizer é que todos vocês — seu rosto virava para todos os setores — Conhecerão seus limites. Um herói não é o melhor por ser individual, como o Duskrow. Imagine se ele fosse de uma agência e não trabalhasse independente? Seus resultados seriam extremamente mais altos. Enfim, o negócio é: um herói é um herói pelos outros, e não pra si mesmo — notando que poderia estar falando coisas muito complicadas para simples crianças, ele se sentou.

— Caso não tenham entendido, a sua estadia no Instituto irá esclarecer tudo — e desligou o microfone.
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Jonathan Pêra Lins

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 8:25 pm

Um jovem de cabelo escabelado e com um rosto totalmente entediado que exalava sono, assim como o professor de artes, levantou e esticou os braços.

— Só queria uma pergunta rápida. Ô velho bêbado, você poderia gritar menos? O seu bafo de cachaça chegou aqui, obrigado — e sentou.
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Marquinhos

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 8:26 pm

Antes de sentar-me para prosseguir ouvindo as perguntas, me recordei de outra coisa que se mantinha cutucando a minha mente com dúvidas. Levantando a mão dominante mais uma vez, fiz a minha última pergunta.

Ah é, a propósito, se não for incomodar muito... Tem como explicarem as Quirks de vocês, senhores professores?
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Alicia Rosa Dal Ponte

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 8:38 pm

Sorriu com o comentário direcionado a Willian, segurando uma pequena risada. Em seguida, o garoto que havia permanecido em pé continuou a perguntar. 

Acredito que cedo ou tarde vocês irão descobrir, não vejo porque não. Podemos ir pela ordem de apresentação, então eu posso começar. — Ela sorriu, inclinando levemente a cabeça. O mesmo ar de nervosismo que todos sentiram no início da abertura voltava, aumentando sua intensidade lentamente. — Em resumo, eu jogo tudo que eu sinto de ruim de volta para a pessoa que me causou tal sentimento. Então o que vocês estão sentindo, no momento, é o meu nervosismo. — E riu, agora amenizando a situação. Então encarou Alana, esperando que continuasse, totalmente ignorando Giovanni.
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vigilantes da floresta

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 9:38 pm

Assim que a diretora terminava de fazer seus votos, do meio das cadeiras uma figura alta e masculina vinha andando com um sorriso largo no rosto. Sua voz vinha ecoando alto quando ele finalmente olhou para cima.

Giovanni


Ao notar o olhar gélido da outra diretora em direção a si, deu um largo e grande sorriso. Realmente se divertia com aquilo, nada mais esperado do que o líder de um bando de degenerados e ex-exilados. Pessoas que simplesmente, quando bem conhecidas, eram legais o suficiente para suas extravagâncias serem postas de lado.

Se aproximou por trás da diretora massageando seu ombro.

- Qual foi, Alicia? Não seja assim... deixa eu mostrar o meu poder também, aliás você será a que vai sofrer ele. - Encarou o rosto dela de lado e próximo o suficiente para que ela sentisse a baforada que saía da sua boca. - Eu sou o grande Gambler, minha quirk é a "Siga o mestre" ou "O que o macaco vê, o macaco faz". Minha quirk me transforma num servo que replica todos os movimentos do inimigo, inclusive as suas quirks e suas capacidades físicas, mentais e de desenvolvimento ou me transforma no mestre me permitindo controlar cada movimento do meu antagonista, mas não sua mente. Inclusive eu sou capaz de congelar momentaneamente as quirks deles com essa habilidade. - Mostrou os dedos em forma de "v" e piscou. - Então vamos, lá!!!

Ele jogou uma moeda para o alto. Enquanto ela girava no ar, ele gritou. - CARA!!! - A moeda bateu 3x no chão e então revelou a escolha do destino. - Como eu ganhei no nosso pequeno jogo, minha Quirk se ativa e ela se torna minha serva. Independente do que eu mandar ela fazer, ela fará. E essa é a minha Quirk, se eu não der nenhum comando ou me tornar incapacitado de o realizar... então ela será livre, caso contrário ela ficará fazendo tudo o que eu quero! - Disse ele com um sorriso. - Alícia, fique pulando num pé só... escolha o pé que você decidir que é o melhor pra você... Ah!
E não ative a sua Quirk também, não queremos que o auditório inteiro fique com raiva de mim né?
- Disse ele piscando e mostrando a língua.

O que ninguém quis comentar, ou cochichou baixo, foi o fato dele estar com a bunda congelada e mesmo assim continuar se movimentando normalmente. Talvez porque uma onda de calor, estivesse queimando o outro lado da calça dele por um certo tempo já.



Assim Alana se levantou.



ALANA


- Minha Quirk é a materialização de Baphomet, mas não o demônio! Por favor. - Disse ela olhando a diretora pulando num pé só como se em transe, até mesmo que contrariada ela não podia fazer nada já que o destino assim o quis. Er... bem meu mordomo não pode se movimentar a mais do que alguns metros para longe de mim, mas ele compensa isso com um poder de fogo equivalente a de uma bomba atômica. - Sorriu ela fechando os olhos e ainda no colo do bode.


Willian


-  A minha peculiaridade é de beber pra porra e ficar fortão ou soltar Hadoukens de fogo. Só isso mesmo. - Disse ele arrotando no final e bebendo mais uma dose da sua bebida. Ele não tinha muito o que falar sobre si mesmo, então pra que alongar algo simples?

Fez um estalinho como demonstração.




Allan


-Bom vocês já viram a minha Quirk, ela é canalizar minha esperança e fé e transformar isso em luz. Essa luz eu posso usar pra flutuar, criar barreiras, construtos e até clones de mim mesmo com a mesma forma. Esses construtos também são capazes de emitir som ao vibrarem as cordas vocais como eu. - Disse ele sorrindo.





Allison


Era possível ver um pequeno rodomoinho saindo da ponta do seu dedo enquanto ele se maquiava com a outra mão, esse rodamoinho de fogo era o que estava lentamente derretendo o gelo de Catarina, numa forma tão trivial e fácil que ele nem ao menos parecia se dar ao luxo de ficar cansado com somente aquilo.

Minha Quirk é o pavão místico de fogo, na china chamado de Fênix. Eu posso queimar qualquer outra chama, destruir qualquer forma de calor e etc. Naturalmente eu sou branco. Prazer lindinhos - Piscou para os alunos que interagiram. - Giiii!!! Eu posso descer e ficar no meio das crianças?

Giovanni


- Pode ir, oxi. - Disse ele rindo e se sentando no lugar.

Allison


Yeey! - Disse ele afinando a voz e dando pequenos pulinhos, abraçando e dando um beijo na bochecha do seu líder e então descendo como uma diva do palco para ficar próximo daqueles que estavam na primeira fileira. Entre eles alguns dos alunos que interagiram - escolham entre vocês - e depois de um abraço apertado naquela pequena parte da multidão ele se sentou no chão. Olhando diretamente pra Catarina, quando os olhos dos dois se encontrassem mandaria um pequeno beijinho no ombro, só pra ela saber que sua habilidade de manipulação do Calor era de um nível que nem mesmo que ela chegasse ao zero absoluto naquele momento seria capaz de congelar qualquer parte do seu líder. Uma cara de deboche também era formada junto do beijinho que mandou. - Oi lindinhos e lindinhas! Podem me chamar de Ally, porque eu sou um aliado da Justiça - Deu uma risadinha colocando a ponta dos dedos indicador e médio da mão destra frente aos lábios.

Lucas


- Meu poder é chamado de Anúbis. Eu posso pesar a alma de qualquer criatura e manipular sombras. Não posso mostrar meu poder pra vocês. - Disse ele. - Não porque não quero, mas é por causa das suas condições. - Finalizou ainda totalmente sério.


Bruno


- Eu sou uma água-viva. Praticamente sou imortal por causa disso. - Disse ele, sua forma de água-viva já era aparente desde alguns minutos atrás.


José


- Oie! Meu poder é do manipular plantas e vegetais por meio de música. Basicamente eu dou vida à eles, mesmo que eles não estejam mais no pé ou não tenham mais raízes. Esse é o meu poder... por tanto não ataquem plantinhas, okay? Elas são nossas amigas! - Pegou uma pequena semente de dentro do bolso e atirou para cima. - *Cantarolando a valsa das flores* - A semente começou a germinar e então cresceu até dez centímetros de comprimento e começou a andar. Podem fazer carinha nela, ela é boazinha! - Seus olhos brilhavam vendo a pequena coisinha andar de um lado para o outro, sua aparência lembrava a da flor de laranjeira.


Ronaldo



- O meu poder é de atirar com armas as sinapses do meu cérebro, fazendo vários tiros voarem pra tudo que é lado. - Pegou sua pistola e apontou para frente. - tres, dos, uno... - Um brilho começou a se formar na ponta do cano. - ...CERO!!! - Um disparo saiu da sua arma, pequeno quase minúsculo. Mas grande o suficiente para acertar a pequena planta e a carbonizar viva.

Suor começou a escorrer da sua testa quando este olhou para o lado.

José


A sombra negra que começava a se formar, o ódio total que surgia na vista daquele homem que simplesmente olhou para o lado. Por 5 segundos ele viu as gotas pingando e então ele saltou.

- DAFUQ DUDE! TU QUER MORRER? TU QUER MORRER CARALHO! - Todas as sementes do seu casaco começaram a tremer quando ele sacou um pequeno sino do bolso e começou a balançar rapidamente. As pequenas sementes se tornaram gigantescas vinheiras que o amarraram e começaram a esbofetar o albino.

Ronaldo


- Desculpa, desculpa!!! - Gritava ele de ponta cabeça, apanhando para as vinas em sua traseira. Quase chorando de arrependimento, mas muito mais por medo.


Rubens


Olhando os dois se bater, ele simplesmente ignorou e continuou a sua apresentação.

Meu poder é de criar membros usando eletricidade da atmosfera, e aumentar seu tamanho ao absorver cada vez mais. - Disse ele criando uma mão gigantesca que cobria todo o cenário.

Allison



AAAAAiiin! Que medo! - Abraçou qualquer aluno que estivesse mais próximo de si, se encolhendo. Claro que era uma simples interpretação, para brincar com a falta de capacidade que esperava daquela Quirk. Não era muito forte para ele. - Nada menos esperado de um doente que é apaixonado pela filha, né né? - Disse ele ainda abraçando o moleque/menina - player- que estava próximo dele.

Rubens


Ao ouvir aquilo deixou as veias saltarem para fora da testa de forma que elas ficassem totalmente visíveis. O ódio era palpável.

O que foi que você falou da minha filha, sua bixa preta?! - Disse ele transformando a mão numa gigantesca garra.


Allison



Posso até ser bixa, mas não sou preta... sou bronzeadinha! - Mostrou a lingua para ele. Rubens que ficara ainda mais nervoso, mas que foi parado pelo seguinte.

Alessandro


- Er... é minha vez não? Então minha quirk é de colocar todo mundo dentro do mundo dos sonhos quando eu durmo. Amigo, inimigo, não importa, não existe defesa pra isso. Se eu dormir todo mundo que estiver próximo de mim dorme também hehehe! - Disse rápido para não se esquecer do que estava acontecendo. - Já fazem 3 dias que eu não durmo, eu quero dormir... aur - soltou um pequeno som de decepção e tristeza por ter que continuar acordado e não poder ir pro seu quarto especial.
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Wagner Meirelles da Costa

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 10:00 pm

— Por favor, professores. Controlem o linguajar — falou Wagner, um pouco irritado. De fato, ele era um dos mais formais do local, ainda que sua fala fosse um pouco apressada. Na mente dele, aqueles professores que haviam sido escolhidos pelo prefeito não eram uma boa escola, mas mesmo assim, ele continuava a respeitar a decisão do prefeito, que era um grande estudioso e do alto escalão do Ministério de Heróis.

— No meu caso, eu apenas viro um gato brilhante com a mesma auréola que está sobrevoando minha cabeça agora — apontou ele para a auréola em sua cabeça.
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Catarina Elisa dos Santos

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 10:02 pm

— Ei, Wagner, você me pulou! — falou ela, claramente irritada. Pelo jeito, não gostava de ser ignorada.

Mesmo assim, ela deu um suspiro e explicou sua quirk:

— Eu posso criar uma corrente de ar gelado ou quente à partir do meu corpo. Simples, o pessoal do curso de heróis entenderá melhor depois — e mandou uma piscadela na direção da piroca de fogo.
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Wagner Meirelles da Costa

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 10:04 pm

— Ah! Desculpe, Catarina, perdão, infinitos perdões! — falava ele assustado.

Catarina, por sua vez, apenas mandou ele calar a boca e se sentar.
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Jovane Azevedo Giuriato

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 10:09 pm

Jovane estava brincando com sua filha com seus cabelos enquanto todos falavam, então, ele simplesmente criou outro segmento de cabelos e agarrou o microfone para falar.

— Eu controlo o tamanho, forma e resistência do meu cabelo, como podem ver — falou ele o mais brevemente possível para continuar a brincar com a criança de vestido lilás que se divertia como uma gatinha entretida com um ponto vermelho.
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Alicia Rosa Dal Ponte

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 10:13 pm

Assim que sentiu as mãos do homem massagearem seus ombros, um calafrio enorme percorreu todo seu corpo. Ele não faria isso diante de todos os alunos, faria? 

Antes mesmo que pudesse emitir qualquer som de desgosto pelo rumo que a situação poderia tomar, sentiu todo o seu controle dissipar-se, imediatamente obedecendo às ordens que lhe eram dadas. Pulava, de maneira ritma, em um pé só, apenas encarando os alunos que retribuíam o olhar, com alguns cochichando e outros segurando risadas. Seu receio de sentir-se humilhada diante de multidões e a aversão a ser julgada negativamente geraram uma ansiedade incontrolável. Estava calma, direcionando todo o enorme desconforto e medo irracional para Giovanni. 

O homem sentiria tudo de uma maneira bruta e súbita, com 100% de intensidade.
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Eloá Simões Ribeiro

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 11, 2017 10:20 pm

Estava tão fissurada na circunstancia que Giovanni havia colocado Alicia que sequer notou que Wagner havia pulado tanto ela quanto Catarina, voltando a prestar atenção em um geral quando começou a imaginar todas as reclamações e problemas que iriam surgir depois. Levantou uma das mãos, usando a outra para segurar o microfone.

— Infelizmente, não tenho como demonstrar minha quirk. Essa mão cura, enquanto a outra destrói... e ambas devem ser ativadas ao mesmo tempo. Caso quiserem muito ver, eu sugiro que ralem o joelho e deem uma passada lá na estufa.
Sorriu de maneira fria, logo mais escorando-se na cadeira e voltando sua atenção para os dois diretores.
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vigilantes da floresta

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Dom Dez 17, 2017 4:12 am

Assim que a diretora terminava de fazer seus votos, do meio das cadeiras uma figura alta e masculina vinha andando com um sorriso largo no rosto. Sua voz vinha ecoando alto quando ele finalmente olhou para cima.

Giovanni


Eis que o líder dos vigilantes da floresta, finalmente, se lembrou de como funcionava o poder da outra diretora. Seu corpo começou a suar frio e o medo e nervosismo se instalaram na sua pele conforme seu coração começava a acelerar. Quase como uma droga ele começava a ter alucinações de que todos estavam rindo dele - verdade seja dita, alguns realmente estavam - mas algo em sua própria personalidade o fazia sentir como se esse estresse todo fosse algo próximo ao êxtase total de alguma droga parecida com a metafetamina, aquela sensação de perseguição. Talvez no fundo no fundo, fosse isso que ele estivesse procurando, talvez não fosse, seja como fosse todos o veriam estar completamente assustado.

- Bom vou indo nessa! - Sua animação, porém, parecia negar tudo o que estava sentido. No fundo no fundo, esse homem era de tamanho medo e incapaz de mostrar os verdadeiros sentimentos de tal forma que fingir que estava tudo bem no interior não era nada para ele, mesmo que o medo fosse tudo que ele conhecesse. Aquela ansiedade toda, era algo que ele convivia diariamente em suas missões e sorrir era o único caminho que ele via para bloquear isso.

Seus assistentes e membros de equipe todos se levantaram dando tchau aos alunos e o acompanhando para fora do cenário, afinal, não seria naquele dia que as aulas começariam de fato.
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Alicia Rosa Dal Ponte

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Seg Dez 18, 2017 1:15 pm

Inspirou, voltando a ter um sorriso no rosto, tomando controle de seu corpo e sentindo-se levemente irritada com toda a situação. 

Bom, acredito que tivemos um bom evento de abertura e espero que tenham gostado e aproveitado para tirar todas as suas dúvidas. Encerramos por aqui, mas vocês estão livres para caminhar pelo instituto e conhecer o local. Eu e mais alguns professores estaremos pelos corredores para ajudá-los caso precisarem de qualquer outra coisa. — Olhou para os professores que haviam sobrado, imaginando se seriam suficientes para cobrir cada área do colégio. — Espero que tenham gostado e tenham um ótimo ano. 

Deu um pequeno tchauzinho, em seguida desligando o microfone e colocando-o de volta sobre a mesa. Encarava os alunos que saiam. 
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Jonathan Pêra Lins

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Ter Dez 19, 2017 11:18 am

Agora que tinha acabado toda essa encheção de saco, me levantei e olhei ao redor. O que não foi um plano muito bom para encontrar Amélia, já que todos levantaram ao mesmo tempo e nossa altura não eram fatores positivos naquela multidão.

Assim, retirei do meu bolso o meu celular e mandei uma mensagem para ela pelo Whatsapp, perguntando aonde ela estava e aonde iríamos nos encontrar. Isso tudo eu digitei em alguns segundos, contudo, demorei tanto tempo que fui empurrado por alguém para que andasse logo e entrássemos na fila da saída.
No fim, consegui coragem para mandar a mensagem apenas quando passei pela porta.
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Hiiragi Hikaripasu

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MensagemAssunto: Re: Auditório    Sex Dez 22, 2017 2:48 am

 A tímida garota que escondia seu rosto atras daquela mascara se manteve calada durante toda a apresentação, de sua aparência podia apenas se notar os cabelos loiros na altura dos ombros, e uma mascara redonda com um único olho e dois chifres que cobria completamente seu rosto, ela também carregava nas costas algo que parecia ser uma espada de madeira.
   Mesmo depois do fim de todos os discursos e apresentações de Quirks, a garota permaneceu sentada, encolhida em seu lugar olhando para baixo até não restar mais quase nenhum aluno ali. Após ter notado que o lugar estava quase vazio, ela se levantou e com passos calmos andou até o palco e parou ao lado do professor de Sociologia, Allan e tentou dialogar com ele.
   -Errrmmm.... eu.... A voz era levemente abafada pela mascara, mas ainda assim podia se ouvir o que ela tentava dizer. -Sua habilidade é linda e...... eu.... 
    A frágil menina cobriu seu rosto com as mãos, como se tentasse esconder seu rosto (como se precisasse) -Por favor me proteja se o escuro me pegar! Disse se curvando e juntando as mãos em frente ao corpo em posição de reverencia, então se virou de costas e saiu andando timidamente dali.
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MensagemAssunto: Re: Auditório    

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Auditório
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