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 Introdução das individualidades no Brasil

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MensagemAssunto: Introdução das individualidades no Brasil   Dom Dez 03, 2017 4:52 pm

Já é senso comum como se iniciou o aparecimento das individualidades no mundo: um bebê que brilhava. Sabemos que a partir disto, estas habilidades, conhecidas como individualidades ou particularidades, foram se espalhando pelo globo. Mais e mais individualidades iam se criando, diversificando e potencializando.

O Brasil, felizmente, não ficou muito atrás. Foi um dos primeiros países a relatar um aparecimento em massa das particularidades.

Mas, não é esta generalização que nos importa agora.

O que precisamos focar para entender como foi o aparecimento, caminhada e ascensão dos heróis no Brasil começa com dois irmãos amazônicos.
Seus nomes eram Theo Lucas e Enzo Mello de Andrade e suas individualidades eram, respectivamente, metamorfismo e controle temporal.
Por nascerem na Amazônia, núcleo das lendas do folclore indígena brasileiro e por causa da semelhança das lendas com suas habilidades, acabaram ficando como Anhangá e Tupã, os dois maiores deuses indígenas.

Como dito, o Brasil foi um dos primeiros países a relatar as individualidades. Sendo assim, é notório que os dois irmãos começaram a agir por contra própria, participando da época que emergiu em todos os países que foram atingidos de surpresa por essa mutação: a época de heróis voluntários.

Conforme os dois irmãos foram envelhecendo, eles notaram que isto não iria ocorrer bem; o altruísmo das pessoas era levemente percebido – mas nunca esquecido –, mas não era o bastante. Neste momento já ocorriam notícias de outros países adotando um plano governamental de controle e licenciamento de heróis e parecia que os brasileiros estavam esperando que o estado adotasse esta ideia. O que se provou verdadeiro.
Theo e Enzo entraram em contato com o presidente e, contrário do que esperavam, foram recebidos com aversão. Uma parte do país via os heróis como um versão atual da antiga história de Robin-Hood, uma vez que alguns dos voluntários tornaram-se rebeldes e utilizavam suas peculiaridades, como forma de protesto, contra empresas que eram conhecidas por explorar trabalhadores ou concorrentes de patrocinadores.
Entretanto, não deixaram-se abater e, mesmo que apenas de nome, tornaram-se presidente (Enzo) e vice-presidente (Theo) do Ministério de Heróis.

Cursos para heróis mais sérios e testes de moralidade eram realizados secretamente, muitas vezes recebendo heróis estrangeiros licenciados como instrutores.

Com a morte de Enzo, que ocorreu aos seus 103 anos em um ataque cardíaco pela vitória do Brasil na Copa do Mundo de 1994, Theo admitiu a presidência, que não durou muito. Theo era apenas alguns anos mais novo que Enzo, por isso, notou que não estava mais apto ao trabalho e sua mente e idealizações velhas deviam ser renovadas.

Theo passou a presidência, em 2000, para a filha de Enzo, conhecida pelo nome de herói Jaci, seguindo a história de nome de seu pai.
Hoje o Ministério de Heróis do Brasil é conhecido mundialmente como um dos mais prolongados “protestos”, uma vez que heróis ainda não foram licenciados por completo no Brasil.
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